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Leitura diária: 1Coríntios 16.13-24
Leitura da Bíblia em um ano: Salmos, capítulos 57, 58 e 59
O texto da leitura de hoje contém algumas expressões maravilhosas da técnica do bom discipulado. Com ele, o apóstolo vai encerrar esta primeira carta e, assim, como de hábito em todas elas, ele vai finalizá-la com alguns conselhos gerais e algumas recomendações pessoais.
Primeiro, um conselho sobre a firmeza e vigilância no viver o evangelho de Cristo: "Vigiai, estai firmes na fé".
Segundo, um conselho sobre a atitude resoluta e segura do crente: "portai-vos varonilmente". Ou seja, um discípulo não pode viver acovardado, escondido. Ele tem que evidenciar a sua coragem em viver o evangelho.
Terceiro, um conselho sobre a fortaleza interior: "sede fortes". Paulo não está se referindo à fortaleza física. Este imperativo é destinado à resistência interior do crente que não esmorece diante das primeiras e das mais duras batalhas espirituais.
Quarto, um conselho contra o orgulho fácil: "Todas as vossas obras sejam feitas em amor". Isto é, nada para aparecer, vangloriar-se, mas, sim, para servir aos que precisam de afeto e amor na igreja.
Quinto, um conselho para o respeito aos pioneiros, aqueles que, às vezes, já tanto trabalharam na Causa, mas que, com as fraquezas da idade, desprezamos e não lhes damos o prestígio devido: "Rogo-vos... que vos sujeiteis aos tais". Respeitosamente, devemos reconhecer o trabalho e a obra que realizaram.
Paulo passa, então, às saudações pessoais com as quais sempre encerra as suas cartas, mas antes, porém, ele diz algo maravilhoso em termos de discipulado e da missão que compete ao que discipula. É no versículo 18 quando, referindose a três discípulos seus que estavam discipulando agora, escreve:
"Porque recrearam o meu espírito assim como o vosso.
Reconhecei, pois, aos tais." (1Co 16.18)
Que citação bonita! O bom discípulo, o bom discipulador é aquele que, com seu ânimo, com sua paz, com sua alegria, recreia o espírito, alegra o viver, dá paz aos que estão ao redor. Eu e você estamos recreando o espírito dos outros?
Fonte: Juerp |