| |
Leitura diária: Romanos 15.22-33
Leitura da Bíblia em um ano: Salmos, capítulos 42, 43 e 44
O trecho final deste capítulo vai ser todo ele dedicado a uma comprovação por parte do apóstolo Paulo à importância do companheirismo e da amizade que devem existir dentro do discipulado. Os integrantes deste ministério devem estar sempre unidos em compreensão e comunhão, ainda que existam diferenças de pontos de vista a respeito de algum assunto.
Paulo evidencia este sentimento de companheirismo que deve reinar entre os crentes envolvidos no ministério do discipular como podemos ler em diversos momentos deste final de capítulo:
- e tendo já há muitos anos grande desejo de ir visitar-vos...
- espero ver-vos de passagem e por vós ser encaminhado para lá, depois de ter gozado um pouco da vossa companhia...
- e bem sei, quando for visitar-vos, chegarei na plenitude da bênção de Cristo...
- rogo... que luteis juntamente comigo nas vossas orações por mim a Deus...
- a fim de que, pela vontade de Deus, eu chegue até vós com alegria, e possa entre vós recobrar as forças.
Todo o texto é, portanto, um testemunho de boa vontade e compreensão que deve existir entre os crentes em Cristo. Discipulados e discipuladores devem ser, sobretudo, amigos, dedicados uns aos outros, solidários na dor, simpatizantes na alegria, de maneira que a ministração do treinamento cristão e da disciplina doutrinária em que estarão empenhados, se faça dentro de uma atmosfera de amizade e de convivência fraterna.
Isto tudo fica melhor expresso quando ele encerra o capítulo, escrevendo:
"E o Deus de paz seja com todos vós. Amém."
(Rm 15.33)
O apóstolo podia falar disto, pois, mesmo quando preso, ele sempre gozou da confiança e companheirismo de seus discípulos e ajudadores de ministério. Timóteo, Tito, Lucas, Epafras, Silas, são exemplos desta cordialidade e carinho.
Fonte: Juerp |