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Leitura diária: Atos dos Apóstolos 18.1-11
Leitura da Bíblia em um ano: Salmos, capítulos 24, 25 e 26
Do início do Evangelho com os textos do evangelista João sobre as primeiras investidas da igreja que se formava sobre o exercício do discipulado, vamos saltar para um texto bem à frente, quando cerca de 20 anos depois, aproximadamente, o apóstolo Paulo, em meio às segunda e terceira viagens missionárias, vai pôr em prática este ministério.
No texto bíblico de hoje, nós vamos vê-lo praticando isto com Áqüila e Priscila em casa. Logo depois, na própria sinagoga, com a chegada de Silas e Timóteo. Um pouco mais à frente, na casa de um certo Tito Justo. Um pouco mais à frente, junto a Crispo, o chefe da sinagoga que se opusera a Paulo, mas que agora, pelo visto isoladamente, também, se tornara um discípulo do apóstolo.
Todo este ministério discipulador vai se estender por um bom período de tempo, evidenciando que todos esses se integraram nesta tarefa:
"E ficou ali um ano e seis meses,
ensinando entre eles a palavra de Deus."
(At 18.11)
O texto nos ensina claramente que o ministério do discipular deve ser permanente e contínuo na igreja de Cristo. Pelo que podemos depreender em todo este tempo, Paulo, Áqüila e Priscila, Silas e Timóteo, Tito Justo e Crispo, se revezavam na tarefa de discipulado e de discipulador. À medida que a igreja crescia, pois Deus chegou a dizer ao apóstolo "que tinha muito povo nesta cidade", aqueles que aprenderam de Paulo, inicialmente, passaram a ministrar aos novos crentes que se juntavam a eles.
Aliás, esta deve ser sempre a meta de um bom ministério discipulador. Fazer com que o trabalho seja tão bem ministrado que, naturalmente, aqueles que foram discipulados cheguem a ponto de, passada a fase do aprendizado, passem a ministrar, igualmente, aos novos crentes.
Em nossas igrejas, hoje, estamos, talvez, desempenhando bem a primeira tarefa: recebendo os novos crentes com bons conselheiros discipuladores. E depois?
Fonte: Juerp |