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CUIDADO COM A BARRIGA
Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.
(Atos 17:11)
No meio jornalístico usa-se a expressão “barriga” para designar uma noticia falsa, um boato, uma informação que não foi devidamente confirmada. O repórter responsável por uma “barriga” pode ser processado, perder o emprego e sofrer retaliações que vão prejudicar toda sua vida profissional. O bom repórter é aquele que se cerca de fontes confiáveis para evitar a “barriga”.
Será que no meio evangélico também existem “barrigas”? Quando um pregador usa textos isolados, sem uma análise mais acurada, para autenticar idéias próprias, não estará ele cometendo uma “barriga”? Claro que sim! O pregador fiel ao Senhor é aquele que ora como se toda a mensagem dependesse de Deus e trabalha na analise do texto bíblico com se toda a mensagem dependesse dele. Antes de proclamar a mensagem o pregador deve gastar tempo com oração e trabalho.
Cuidado com a “barriga” é um alerta atual pois o interesse pela verdade desapareceu. Esta é uma característica da nossa época. Qualquer coisa serve, desde que produza o sentimento de bem estar. Perguntaram a Dalai Lama, monge tibetano, qual era a melhor religião e a resposta foi: “a melhor religião é aquela que te faz bem”. O fundamento não é a verdade de Deus e sim o prazer. Você se sente bem? Ótimo, vai em frente! É isso que importa! A verdade é apenas um detalhe que pode ou não existir.
Ao ouvir uma mensagem seja na televisão, no radio, num congresso ou na igreja, faça como os irmãos de Beréia. Examine! Confira! Questione!. Mas para que você tenha esta atitude nobre é necessário gastar tempo estudando sua Bíblia. Encontre um lugar, arranje um horário, e debruce sobre a palavra de Deus. Leia varias vezes o mesmo texto, medite, ouça Deus falar com você. Quanto mais seu coração e sua mente estiverem impregnados da Palavara de Deus maior será o seu discernimento em descobrir as “barrigas” das pregações de nossos dias.
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